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Um breve histórico da energia solar no Brasil, e a pergunta que fica: você sabe quanto vai gastar com energia elétrica nos próximos 5 anos?

By 14 de julho de 2020 No Comments

Há um expressivo material sobre energia solar produzido em diversas línguas, e em nosso português também já se encontra uma quantidade razoável de artigos e publicações sobre o tema. Nossa intenção não é repetir o que já foi escrito (apesar de tratar de dados históricos) nem de “inventar a roda”. Queremos propor uma reflexão para nossos amigos clientes e leitores.

As primeiras pesquisas com energia solar ocorreram no século XIX para em meados do século XX ser produzida a primeira célula fotovoltaica a partir do silício, matéria prima que apresentou a maior eficiência energética. No Brasil, foi somente no ano de 2012 que o governo através da sua agência reguladora estabeleceu as normas e critérios para que os consumidores residenciais, comerciais e rurais pudessem gerar sua própria energia utilizando a rede disponível e ainda acumular créditos pela produção excedente.

Vejam só, a energia solar foi deixada de lado por décadas num dos países com a maior taxa de irradiação solar do mundo, o nosso Brasil. Hoje, parece que corremos contra o tempo, e recentemente atingimos a marca de 1,7% da matriz energética com uso de energia solar, visto que nos países europeus, por exemplo, os governos regulamentaram a geração distribuída no início dos anos 2000 e em alguns desses países a energia solar chega a corresponder a 8% da matriz energética! Bacana, né? E se deu certo por lá, pode dar certo por aqui, não é mesmo?

Como anunciado  no inicio do artigo, a gente iria fazer a pergunta: você sabe quanto vai gastar com energia elétrica nos próximos 5 anos? Nós criamos o que a gente chama de “calculadora do futuro”, pois nela você terá a dimensão da economia que a energia solar pode trazer para sua casa ou seu negócio. E qual a razão dessa pergunta? O motivo é que muita gente não reflete que a conta de energia elétrica pesa nas nossas costas como se fosse um aluguel, já que pagamos pelo uso todo o mês e no final não adquirimos nenhum bem, sem contar a quantidade de taxas, encargos e impostos que incidem na conta (assista aqui nosso vídeo tutorial “decifrando a fatura de luz”) e a inflação anual que também pesa e reflete no custo total da conta de luz.

Texto: Débora Grün
Foto: Instalação Spin Solar em Ilhota-SC

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